Vocês também pensaram que depois das eleições as coisas iam ficar mais divertidas, produtivas, e que o pior já teria passado? Engano. Os últimos dias foram ainda mais recheados de grandes abóboras, erros primários, conversas jogadas fora e especulações sem pé nem cabeça. As trapalhadas nos exames somaram-se à inabilidade inacreditável dos atuais motoristas do país Brasil, e o que é pior, dos futuros, também - já que a cada dia a esperança da chegada de cabeças bem pensantes se esvai no ralo incomum. Cada explicação mais fajuta do que a outra, esquecida logo depois. Cada ato logo seguido de um desato ou desatino. Mentiras oficiais de calça e perna curta embuchadas nas nossas gargantas.
Tem dias que "eles" todos penetram até nos nossos sonhos, transformando-os em pesadelos. Pois bem, então tá.
O vice-presidente José Alencar, quase 80 anos, internado há dias, com luta contra o câncer há anos, mais de 15 cirurgias, tem um infarto agudo do miocárdio. A nota diz que ele não corre risco de morte. Um mineiro imortal, finalmente.
No jornal que se dizia de oposição, ops, imparcial, a matéria de capa: "Com Dilma nas nuvens", sobre o voo da presidente eleita em primeira classe para a Coreia do Sul. Você leu aquilo? Não? Ah, que pena! Ficou sem saber que a nossa presidente também baba enquanto dorme, come frugalmente, usa pijaminha e chinelinhos coloridos que a maravilhosa companhia aérea fornece, e lê, lê muito. Temo que ficaremos com nossa governante despachando de dentro das bibliotecas. Fora outros detalhes.
Ah, você não sabia. Não adianta negar que só soube agora. A nossa presidente, depois de eleita, "deixou" que fôssemos informados de algo fundamental: tem mãe. E mãe viva, daquelas, mineiríssima, inclusive bem falante, apessoada, classe média da Savassi, articulada, e... religiosa! Dilma Jane. E uma tia. Não parece estranho que só apareça agora alguéns que poderiam ter tranquilamente acabado com todos os "boatos" equivocados e "aleivosias" contra ela lançadas na campanha, conforme amplamente falado?
Enquanto isso, o ministro da Educação piscava os olhos claros, arrebitava o nariz e abria as asas sobre os INEPtos de sua pasta, cometendo erros ano após ano nos exames vestibulares. Desculpe aí, hein? Mas será mesmo que não tinha um único filho de Deus que pudesse ter revisado as provas na gráfica? Ô coitados!
Como? Estavam ocupados analisando e tentando censurar a obra de Monteiro Lobato? Está brincando! Verdade? Como é? Querem colocar notas explicativas para dizer que a carne preta de Tia Nastácia é afro-descendente? Para que as crianças não virem racistas imediatamente após a tal perigosa leitura das "Caçadas de Pedrinho"?
Vou falar baixinho porque, senão, grito. Muito do que aprendi na infância colhi ali nas obras de Monteiro Lobato, incluindo noções de Português e Aritmética, o respeito aos povos, a capacidade de sonhar, a importância da família, o respeito com todos, o carinho com os animais e a luta contra injustiças de toda a sorte, além de um enorme amor pela pátria. De crianças, as porcas torcem o rabo, com o Marquês de Rabicó, o Visconde de Sabugosa, a doida Emília, Narizinho, Pedrinho, a miríade de personagens. Ainda muito pequena apontava aos meus pais (e outros) quando muitas vezes estes eram racistas, ou não entendiam a igualdade entre as pessoas. Será que eu deveria ter sido proibida de ler? Será que foi por causa disso que virei subversiva e de esquerda durante a ditadura? Que perigo! Devia ter lido só "As princesas também soltam Pum", mas esta bobagem ainda não havia sido escrita à época.
De saco cheio desse politicamente correto que anda por aí, conclamo todos a esconderem, enquanto há tempo, os seus exemplares de "Reinações de Narizinho". Eles, os pentelhos do politicamente correto, podem achar que o livro está fazendo apologia às drogas e ao delírio das viagens. E o que é pior, influindo na formação de mulheres insatisfeitas. Mulheres que jamais terão príncipes, muito menos reinos de águas claras. E jamais terão, ainda, aquele vestido tecido pela Dona Aranha (forte incentivo ao homossexualismo?): um vestido da cor do mar, com todos os seus peixinhos. Tecido pela fada Miragem, cortado com a tesoura da Imaginação, cosido com a agulha da Fantasia, usando a linha do Sonho.
Muito louco esse Lobato, hein? E como diria a Narizinho aos desgovernados que nos governam: "Calem-se! Ou os peixinhos podem se assustar e sair correndo!"
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
O Ministério Público pediu à Justiça o bloqueio dos bens do prefeito Robson Gomes (PPS) até o limite de R$ 4,5 milhões, quantia paga ilegalmente à empresa de Informática Global Tech, em 28 de abril deste ano. Conforme reportagem divulgada pelo DIÁRIO POPULAR, na edição de 5 de novembro, o pagamento refere-se à compra de um software para gerenciamento do sistema de saúde, mas o serviço não foi implantado. O promotor Fábio Finotti também solicita a quebra do sigilo bancário e fiscal dos envolvidos, inclusive do prefeito Robson Gomes, com o objetivo de "localizar as contas bancárias dos demandados, para as averiguações pertinentes, indicativas de possível pagamento de propina, bem como rastrear a quantia paga irregularmente pela Administração Municipal", através de Robson e do ex-secretário de Saúde Juliano Nogueira.
O pedido cautelar, feito à Justiça na última sexta-feira, dia 12, pede ainda a indisponibilidade dos bens do ex-secretário de Saúde, das empresas envolvidas no esquema e do proprietário da Global Tech, bem como a quebra de seus sigilos bancários.
Além do pagamento antecipado, contrariando o disposto no contrato assinado entre a empresa e o Governo Robson, pesam sobre a Administração sérias denúncias de fraudes a licitação, algumas delas já comprovadas pelas investigações preliminares das Promotorias de Justiça de Ipatinga e de Belo Horizonte, que também participou das apurações.
O promotor Fábio Finotti ressalta que as investigações ainda não estão concluídas, e há vários indícios de irregularidades, mas a medida liminar é fundamental para evitar mais prejuízos para o erário.
FRAUDE
Entre as apurações que ainda precisam ser concluídas, estão esclarecimentos técnico-contábil, a modalidade licitatória escolhida, levanta dúvidas quanto ao seu cabimento, algumas exigências do edital, a princípio, indicam restrição à competitividade e o preço da contratação também é objeto de apuração. Há indícios ainda de direcionamento do certame.
O pedido cautelar, feito à Justiça na última sexta-feira, dia 12, pede ainda a indisponibilidade dos bens do ex-secretário de Saúde, das empresas envolvidas no esquema e do proprietário da Global Tech, bem como a quebra de seus sigilos bancários.
Além do pagamento antecipado, contrariando o disposto no contrato assinado entre a empresa e o Governo Robson, pesam sobre a Administração sérias denúncias de fraudes a licitação, algumas delas já comprovadas pelas investigações preliminares das Promotorias de Justiça de Ipatinga e de Belo Horizonte, que também participou das apurações.
O promotor Fábio Finotti ressalta que as investigações ainda não estão concluídas, e há vários indícios de irregularidades, mas a medida liminar é fundamental para evitar mais prejuízos para o erário.
FRAUDE
Entre as apurações que ainda precisam ser concluídas, estão esclarecimentos técnico-contábil, a modalidade licitatória escolhida, levanta dúvidas quanto ao seu cabimento, algumas exigências do edital, a princípio, indicam restrição à competitividade e o preço da contratação também é objeto de apuração. Há indícios ainda de direcionamento do certame.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Análise sobre o 2º Turno da Eleição Presidencial no Vale do Aço
Mesmo tendo todo apoio das principais forças políticas no Vale do Aço, a Frente Burguesa encabeçada por José Serra não conseguiu vencer em nenhuma cidade do colar Metropolitano do Vale do Aço. Tal ação foi liderada pelo Delegado e atual Deputado Federal Alexandre Silveira (PPS) e a Deputada Estadual Rosângela Reis (PV) amparados por toda mídia e associações voltadas aos interesses da burguesia da região como a OAB, ACIAPI, FEDERAMINAS, CDL e outras.
Essas pessoas citadas acima chegaram a usar cavaletes, banners e outros meios de campanha com a imagem de Marina Silva (PV) com os seguintes dizeres:
" Sou Marina e estou com Serra"
Tal fato nos causou dúvidas, visto que a própria Marina Silva, candidata do PV derrotada no 1º Turno, esquivou-se de ficar presa a um ou outro candidato, preferindo abster-se de uma possível aliança e manter-se neutra no 2º Turno. Será que ela autorizou divulgação de material referindo-se a sua própria pessoa apoiar o candidato burguês José Serra? Ou será que esses polítiqueiros inescrupulosos criaram e usaram tais materiais sem o consentimento da mesma?
O PCB Ipatinga em nenhum momento apoiou candidato A ou B nesse 2º Turno, visto que para a Base Luís Carlos Prestes tais candidatos se diferem muito pouco um do outro, ambos são defensores do controle do Capital, ambos "acreditam" na reforma do Capitalismo, porém esse é desumanamente cruel, não tem como reformá-lo, e dessa forma defendemos com unhas e dentes a continuidade da Frente Anticapitalista e Antiimperialista juntamente com os partidos de esquerda afim de chegarmos ao Socialismo, com condições igualitárias ao povo. Por tudo isso o PCB teve candidatura própria a Presidente no 1º Turno, por avaliarmos que não tem cabimento apoiar a nenhuma das duas bandas de maioria nesse cenário.
O PCB Ipatinga, esclarece ainda que mesmo após o encerramento das eleições de 2010, começa agora uma nova etapa, busca de simpatizantes, apoiadores e outros afim de aumentar e qualificar a base do Partido. Também faz-se necessário começar a buscar conhecer os Partidos de esquerda na região Leste de Minas Gerais, entenda-se PSOL e PSTU afim de construir essa Frente Anticapitalista e Antiimperialista na região, tudo isso alinhadamente com os ideais do Comitê Regional e Nacional.
Saímos deste processo fortalecidos, pois além da vitória eleitoral de termos conseguido apresentar 2 nomes de Ipatinga para o pleito de 3 de outubro, tivemos muitas vitórias políticas desde a formação da Base Luís Carlos Prestes, a Campanha do Voto de Protesto (Voto Nulo) nas eleições extemporâneas de Ipatinga/MG e agora na Campanha Movimento de Ipatinga, Minas Gerais e Brasil.
Essas pessoas citadas acima chegaram a usar cavaletes, banners e outros meios de campanha com a imagem de Marina Silva (PV) com os seguintes dizeres:
" Sou Marina e estou com Serra"
Tal fato nos causou dúvidas, visto que a própria Marina Silva, candidata do PV derrotada no 1º Turno, esquivou-se de ficar presa a um ou outro candidato, preferindo abster-se de uma possível aliança e manter-se neutra no 2º Turno. Será que ela autorizou divulgação de material referindo-se a sua própria pessoa apoiar o candidato burguês José Serra? Ou será que esses polítiqueiros inescrupulosos criaram e usaram tais materiais sem o consentimento da mesma?
O PCB Ipatinga em nenhum momento apoiou candidato A ou B nesse 2º Turno, visto que para a Base Luís Carlos Prestes tais candidatos se diferem muito pouco um do outro, ambos são defensores do controle do Capital, ambos "acreditam" na reforma do Capitalismo, porém esse é desumanamente cruel, não tem como reformá-lo, e dessa forma defendemos com unhas e dentes a continuidade da Frente Anticapitalista e Antiimperialista juntamente com os partidos de esquerda afim de chegarmos ao Socialismo, com condições igualitárias ao povo. Por tudo isso o PCB teve candidatura própria a Presidente no 1º Turno, por avaliarmos que não tem cabimento apoiar a nenhuma das duas bandas de maioria nesse cenário.
O PCB Ipatinga, esclarece ainda que mesmo após o encerramento das eleições de 2010, começa agora uma nova etapa, busca de simpatizantes, apoiadores e outros afim de aumentar e qualificar a base do Partido. Também faz-se necessário começar a buscar conhecer os Partidos de esquerda na região Leste de Minas Gerais, entenda-se PSOL e PSTU afim de construir essa Frente Anticapitalista e Antiimperialista na região, tudo isso alinhadamente com os ideais do Comitê Regional e Nacional.
Saímos deste processo fortalecidos, pois além da vitória eleitoral de termos conseguido apresentar 2 nomes de Ipatinga para o pleito de 3 de outubro, tivemos muitas vitórias políticas desde a formação da Base Luís Carlos Prestes, a Campanha do Voto de Protesto (Voto Nulo) nas eleições extemporâneas de Ipatinga/MG e agora na Campanha Movimento de Ipatinga, Minas Gerais e Brasil.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Lavada de Cuba contra os EUA

Documento foi aprovado com 187 votos a favor, 2 contra e 3 abstenções
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nessa terça-feira a suspensão do embargo norte-americano imposto a Cuba, em vigor desde 1962. Essa é a 19ª vez consecutiva em que o órgão coloca em votação a questão do bloqueio promovido pelos EUA contra a ilha caribenha, em que o colegiado de todas as nações que compõem a ONU aprovam o fim do bloqueio financeiro e comercial ao país.
O documento que decide pelo fim imediato do bloqueio a Cuba foi aprovado com 187 votos a favor, 2 contra (Estados Unidos e Israel) e 3 abstenções (Ilhas Marshall, República de Palau e Estados Federados da Micronésia - satélites dos EUA, mas que ainda assim não repetiram o voto contra, se abstendo no pleito).
Estimativas oficiais do governo cubano indicam que o embargo imposto há 48 anos causa prejuízos que somavam cerca de US$ 751,3 bilhões até dezembro de 2009. O bloqueio envolve restrições econômicas, financeiras, políticas e diplomáticas; sobrevivendo às custas de interesses das máfias e cartéis reacionários e fascistas, que empregam além do embargo citado, também táticas sujas de desestabilização e terrorismo para derrubar o Estado Cubano.
Para as autoridades cubanas e a comunidade internacional, o governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não demonstra boa vontade para recuar na adoção do embargo. Assim como parte de suas promessas de campanha, como o fim das guerras, Obama se "esqueceu" de levantar as asfixiantes restrições que partem do seu governo contra a população cubana, e oferece a Cuba a mesma mão que Bush e seus antecessores: um punho cerrado segurando um punhal.
Daniel Oliveira - com fontes internacionais (Agência Lusa e Xinhua)
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
COMO FHC E SERRA VENDERAM O BRASIL
O Sr. José Serra, do PSDB, tocava o programa de privatização e era o responsável pela vendas das estatais brasileiras, quando foi ministro do planejamento do governo FHC. Em matéria da revista Veja de 03/05/1995, o Ministro Serra disse: “Estamos fazendo todo o possível para privatizar em alta velocidade”.
Assim, Serra bateu o martelo em leilões de privatização. A cada batida de martelo, bilhões do patrimônio público nacional eram retirados da mão do povo brasileiro e entregues a investidores privados. Um crime de lesapátria.
José Serra bateu o martelo durante o leilão da companhia de eletricidade, a ESCELSA, em 1995, e da venda da companhia de eletricidade LIGHT. (Revista Veja do dia 29/05/1996)
Em matéria na Revista Veja do dia 03/05/1995, o artigo narra o que disse FHC para Serra: "É preciso dizer sempre em todo lugar que esse governo não retarda privatização, não é contra NENHUMA PRIVATIZAÇÃO, e vai vender tudo o que der para vender".
Na Revista Veja do dia 07/02/1996, José Serra garante a privatização da Vale do Rio Doce: “A descoberta dessa mina não altera em nada o processo de privatização. Só o preço, que poderá ser maior.”
Olhe o vídeo em que o FHC afirma que o Serra foi o que mais lutou a favor da privatização da Vale:
http://www.youtube.com/watch?v=grbeuBaY9Kk
OBS: Como sabemos, a Vale do Rio Doce foi vendida por $ 3,2 bilhões de Dólares. Esse valor corresponde ao lucro da empresa em apenas um semestre. Hoje, seu valor no mercado é de $ 196 bilhões de Dólares, ou seja, entregaram de graça um patrimônio público. Quem fez isso não pode ser a favor do Brasil.
Relação de empresas estatais brasileiras, privatizadas (entregues) pelo do governo neoliberal de FHC e José Serra, junto com governos estaduais da época, principalmente o do ex-governador Geraldo Alckmin:
- AES SUL (CEEE Distribuição) - vendida para a empresa americana AES;
- BANDEIRANTE Energia - vendida para o grupo Português EDP;
- CELPE - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CEMAR - vendida ao grupo americano Ulem Mannagement Company;
- CESP TIETE - vendida para a empresa americana DUKE;
- CETEEP - vendida para a empresa estatal Colombiana ISA;
- COELBA - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CONGÁS - vendida ao grupo britânico British Gas/Shell;
- COSERN - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CPFL - vendida para o grupo brasileiro VBC;
- ELEKTRO - vendida para a empresa americana ENRON;
- ELETROPAULO - vendida para a empresa americana AES;
- ESCELSA - vendida ao grupo português GTD Participações, juntamente com o consorcio de Bancos Iven S.A.
- GERASUL - vendida para empresa Belga Tractebel;
- LIGHT- vendida ao grupo francês e americano EDF/AES;
- RGE - vendida para o grupo brasileiro VBC;
- BAMERINDUS - vendido ao grupo britânico HSBC;
- BANCO BANESPA - vendido ao grupo espanhol Santander;
- BANCO MERIDIONAL - vendido para o Banco Bozano;
- BANCO REAL - vendido ao grupo ABN-AMRO, hoje sob o controle do grupo Santander;
- BEA (Banco do Amazonas S.A.) - vendido ao Bradesco;
- BEG (Banco de Goiás) - vendido ao Itaú;
- CARAIBA - Mineração Caraíba Ltda
- CIA. VALE do RIO DOCE;
- PQU (Petroquímica União S.A);
- Empresas de Telecomunicação do grupo TELEBRAS:
EMBRATEL, TELESP, TELEMIG, TELERG, TELEPAR,
TELEGOIÁS, TELEMS, TELEMAT, TELEST, TELEBAHIA,
TELERGIPE, TELECEARÁ, TELEPARÁ, TELPA, TELPE, TELERN,
TELMA, TELERON, TELEAMAPÁ TELAMAZON, TELEPISA,
TELEACRE, TELAIMA, TELEBRASÍLIA, TELASA. A maioria vendida a grupos internacionais: espanhol, italiano, mexicano e, algumas a um grupo brasileiro.
O que foi exposto ilustra claramente qual é a política econômica a ser adotada, caso José Serra seja presidente. Uma política de venda do patrimônio público, sem nenhum pudor.
Se Serra for o próximo presidente poderá bater o martelo para vender o que restou de nossas empresas: Petrobras, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Furnas, Chesf, Eletronorte, Eletrosul, dentre outras.
Ele só precisa de mais quatro anos de governo para concluir o serviço que começou com o governo FHC. José Serra é o candidato da aliança partidária PSDB, DEM e PPS.
As privatizações comprovam que eles são os entreguistas do Brasil.
Assim, Serra bateu o martelo em leilões de privatização. A cada batida de martelo, bilhões do patrimônio público nacional eram retirados da mão do povo brasileiro e entregues a investidores privados. Um crime de lesapátria.
José Serra bateu o martelo durante o leilão da companhia de eletricidade, a ESCELSA, em 1995, e da venda da companhia de eletricidade LIGHT. (Revista Veja do dia 29/05/1996)
Em matéria na Revista Veja do dia 03/05/1995, o artigo narra o que disse FHC para Serra: "É preciso dizer sempre em todo lugar que esse governo não retarda privatização, não é contra NENHUMA PRIVATIZAÇÃO, e vai vender tudo o que der para vender".
Na Revista Veja do dia 07/02/1996, José Serra garante a privatização da Vale do Rio Doce: “A descoberta dessa mina não altera em nada o processo de privatização. Só o preço, que poderá ser maior.”
Olhe o vídeo em que o FHC afirma que o Serra foi o que mais lutou a favor da privatização da Vale:
http://www.youtube.com/watch?v=grbeuBaY9Kk
OBS: Como sabemos, a Vale do Rio Doce foi vendida por $ 3,2 bilhões de Dólares. Esse valor corresponde ao lucro da empresa em apenas um semestre. Hoje, seu valor no mercado é de $ 196 bilhões de Dólares, ou seja, entregaram de graça um patrimônio público. Quem fez isso não pode ser a favor do Brasil.
Relação de empresas estatais brasileiras, privatizadas (entregues) pelo do governo neoliberal de FHC e José Serra, junto com governos estaduais da época, principalmente o do ex-governador Geraldo Alckmin:
- AES SUL (CEEE Distribuição) - vendida para a empresa americana AES;
- BANDEIRANTE Energia - vendida para o grupo Português EDP;
- CELPE - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CEMAR - vendida ao grupo americano Ulem Mannagement Company;
- CESP TIETE - vendida para a empresa americana DUKE;
- CETEEP - vendida para a empresa estatal Colombiana ISA;
- COELBA - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CONGÁS - vendida ao grupo britânico British Gas/Shell;
- COSERN - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CPFL - vendida para o grupo brasileiro VBC;
- ELEKTRO - vendida para a empresa americana ENRON;
- ELETROPAULO - vendida para a empresa americana AES;
- ESCELSA - vendida ao grupo português GTD Participações, juntamente com o consorcio de Bancos Iven S.A.
- GERASUL - vendida para empresa Belga Tractebel;
- LIGHT- vendida ao grupo francês e americano EDF/AES;
- RGE - vendida para o grupo brasileiro VBC;
- BAMERINDUS - vendido ao grupo britânico HSBC;
- BANCO BANESPA - vendido ao grupo espanhol Santander;
- BANCO MERIDIONAL - vendido para o Banco Bozano;
- BANCO REAL - vendido ao grupo ABN-AMRO, hoje sob o controle do grupo Santander;
- BEA (Banco do Amazonas S.A.) - vendido ao Bradesco;
- BEG (Banco de Goiás) - vendido ao Itaú;
- CARAIBA - Mineração Caraíba Ltda
- CIA. VALE do RIO DOCE;
- PQU (Petroquímica União S.A);
- Empresas de Telecomunicação do grupo TELEBRAS:
EMBRATEL, TELESP, TELEMIG, TELERG, TELEPAR,
TELEGOIÁS, TELEMS, TELEMAT, TELEST, TELEBAHIA,
TELERGIPE, TELECEARÁ, TELEPARÁ, TELPA, TELPE, TELERN,
TELMA, TELERON, TELEAMAPÁ TELAMAZON, TELEPISA,
TELEACRE, TELAIMA, TELEBRASÍLIA, TELASA. A maioria vendida a grupos internacionais: espanhol, italiano, mexicano e, algumas a um grupo brasileiro.
O que foi exposto ilustra claramente qual é a política econômica a ser adotada, caso José Serra seja presidente. Uma política de venda do patrimônio público, sem nenhum pudor.
Se Serra for o próximo presidente poderá bater o martelo para vender o que restou de nossas empresas: Petrobras, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Furnas, Chesf, Eletronorte, Eletrosul, dentre outras.
Ele só precisa de mais quatro anos de governo para concluir o serviço que começou com o governo FHC. José Serra é o candidato da aliança partidária PSDB, DEM e PPS.
As privatizações comprovam que eles são os entreguistas do Brasil.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
BREVE COMENTÁRIO SOBRE O SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES 2010
Existem dois partidos no Brasil que desde 1994 têm se revezado no poder, e apenas uma classe social representada, formada por banqueiros, grandes industriais nacionais e estrangeiros, latifundiários, especuladores e suas ramificações, cooptados entre intelectuais, imprensa e tecnocratas.Essa democracia de fachada, que se iniciou com o fim do regime militar, não é nem de longe a mesma democracia com a qual sonharam e deram as vidas e o melhor de seus dias milhares de brasileiros e brasileiras.
Além do fisiológico PMDB e seus pequenos reflexos pulverizados nas dezenas de legendas de aluguel, a chamada democracia brasileira se sustenta no PSDB, que atualmente se aproximou de tal forma ao seu opositor no que tange a orientação econômica que terá agora que se diferenciar rapidamente para manter-se uma opção de poder nacional viável, assimilando as bandeiras da direita mais retrógrada e reacionária que existe no Brasil; refugos do período ditatorial, setores conservadores da igreja católica e dos neopentecostais, seitas secretas fundamentalistas milionárias como a Opus Dei, juristas e latifundiários empenhados com a criminalização dos movimentos populares; enfim, segmentos elitistas arcaicos e racistas que nada têm de social-democratas?. Neste rol, a possível incorporação orgânica do DEM, ex-PFL, e do PPS, partidos que elevam o tom direitista, mas que encontram resistência junto ao comando nacional do PSDB, paulista e hegemonista mesmo dentro de suas fileiras.
O PT, por outro lado, satisfaz o mercado dando equilíbrio ao jogo democrático?, garantindo paliativos para a população carente de bens e serviços de qualidade, e mantendo o ganho da elite pragmática.
O Poder Popular, a verdadeira democracia da maioria, não está contemplada em ambos os projetos. Para Lula e o PT, o atrelamento e a cooptação dos movimentos sociais dão a tônica da relação governo/movimentos populares. Para o PSDB e companhia, tal relação é caso de polícia.Por isso, a palavra de ordem do PCB, Derrotar Serra nas urnas e Dilma nas ruas, demonstra que, para além de Serra, Dilma e a abstenção, somente a mobilização popular, consciente e unida, poderá romper o cerco que a burguesia impôs aos trabalhadores e trabalhadoras nos processos de escolha de seus governos e representantes.
Daniel Oliveira
Além do fisiológico PMDB e seus pequenos reflexos pulverizados nas dezenas de legendas de aluguel, a chamada democracia brasileira se sustenta no PSDB, que atualmente se aproximou de tal forma ao seu opositor no que tange a orientação econômica que terá agora que se diferenciar rapidamente para manter-se uma opção de poder nacional viável, assimilando as bandeiras da direita mais retrógrada e reacionária que existe no Brasil; refugos do período ditatorial, setores conservadores da igreja católica e dos neopentecostais, seitas secretas fundamentalistas milionárias como a Opus Dei, juristas e latifundiários empenhados com a criminalização dos movimentos populares; enfim, segmentos elitistas arcaicos e racistas que nada têm de social-democratas?. Neste rol, a possível incorporação orgânica do DEM, ex-PFL, e do PPS, partidos que elevam o tom direitista, mas que encontram resistência junto ao comando nacional do PSDB, paulista e hegemonista mesmo dentro de suas fileiras.
O PT, por outro lado, satisfaz o mercado dando equilíbrio ao jogo democrático?, garantindo paliativos para a população carente de bens e serviços de qualidade, e mantendo o ganho da elite pragmática.
O Poder Popular, a verdadeira democracia da maioria, não está contemplada em ambos os projetos. Para Lula e o PT, o atrelamento e a cooptação dos movimentos sociais dão a tônica da relação governo/movimentos populares. Para o PSDB e companhia, tal relação é caso de polícia.Por isso, a palavra de ordem do PCB, Derrotar Serra nas urnas e Dilma nas ruas, demonstra que, para além de Serra, Dilma e a abstenção, somente a mobilização popular, consciente e unida, poderá romper o cerco que a burguesia impôs aos trabalhadores e trabalhadoras nos processos de escolha de seus governos e representantes.
Daniel Oliveira
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Ipatinga e a década perdida
por Hamilton Gonzaga
15/10/2010 00:00
Em 2001 se inicia o terceiro mandato de Chico Ferramenta na prefeitura de Ipatinga, desanimado, abatido, deprimido, deixando a prefeitura à mercê de seus subordinados. Vários acontecimentos marcam negativamente o terceiro mandato do até então fenômeno político da cidade.
Depois de 16 anos de governo do PT, a população resolve experimentar algo novo, não queriam os alucinados sob efeito de alucinógenos no poder novamente. Surge então o fato novo, o novo político, Sebastião Quintão, com o discurso de demonização do PT e da nova ordem de honestidade e integridade na administração municipal. Ganha as eleições e cercado de aloprados "especialistas" em administração pública, com pouco trabalho e muita propaganda, com o aparelhamento do governo através da mídia, dos conselhos municipais, alocando ali, parentes e súditos para ter o "controle absoluto", é instaurada a política do ódio sob o discurso da fé, culminando com o naufrágio de suas pretensões de um novo mandato.
A população resolve então arriscar menos, ser conservadora, dar mais um voto de confiança ao ex-prefeito, dar um basta ao discurso vazio da experiência frustrada. O que a população não contava era com as meias verdades, não sabia das reais possibilidades de o candidato eleito não assumir o mandato.
A população é convocada a voltar às urnas novamente, está cansada, resolve manter no poder o prefeito interino, com o discurso da paz, da tranquilidade e da unidade. Passam-se dois anos, e o quadro é apenas mais do mesmo que vimos nos governos anteriores. Muito discurso, muita propaganda, muitos aloprados sob efeito de alucinógenos, à mercê dos subordinados, aparelhamento da mídia, sem conteúdo, sem políticas públicas definidas, ações que brotam dos interesses pessoais, políticos e econômicos.
Ah, mas tem uma diferença, a volta do tempo dos coronéis. Tem um que manda, que determina, que se deve obediência, mas e o prefeito? Obedece.
Dez anos perdidos, Ipatinga não é referência em mais nada. Na saúde, está sucateando o que um dia foi referência. Na educação, a cidade mais rica do Vale do Aço em nada difere das demais. No meio ambiente? Tudo é válido se rende votos, o parque Ipanema está um lixo, cheio de barracas mal cheirosas, ocupando a ciclovia e as calçadas. No desenvolvimento econômico? Só se for o de determinadas pessoas.
O que esperar dos dois anos restantes de um governo que não planeja, não pensa, que fica no discurso vazio, sem conteúdo e que reúne o que há de pior dos dois mandatos anteriores? É como um paciente num estado terminal, é esperar o dia certo para morrer ou por um milagre.
15/10/2010 00:00
Em 2001 se inicia o terceiro mandato de Chico Ferramenta na prefeitura de Ipatinga, desanimado, abatido, deprimido, deixando a prefeitura à mercê de seus subordinados. Vários acontecimentos marcam negativamente o terceiro mandato do até então fenômeno político da cidade.
Depois de 16 anos de governo do PT, a população resolve experimentar algo novo, não queriam os alucinados sob efeito de alucinógenos no poder novamente. Surge então o fato novo, o novo político, Sebastião Quintão, com o discurso de demonização do PT e da nova ordem de honestidade e integridade na administração municipal. Ganha as eleições e cercado de aloprados "especialistas" em administração pública, com pouco trabalho e muita propaganda, com o aparelhamento do governo através da mídia, dos conselhos municipais, alocando ali, parentes e súditos para ter o "controle absoluto", é instaurada a política do ódio sob o discurso da fé, culminando com o naufrágio de suas pretensões de um novo mandato.
A população resolve então arriscar menos, ser conservadora, dar mais um voto de confiança ao ex-prefeito, dar um basta ao discurso vazio da experiência frustrada. O que a população não contava era com as meias verdades, não sabia das reais possibilidades de o candidato eleito não assumir o mandato.
A população é convocada a voltar às urnas novamente, está cansada, resolve manter no poder o prefeito interino, com o discurso da paz, da tranquilidade e da unidade. Passam-se dois anos, e o quadro é apenas mais do mesmo que vimos nos governos anteriores. Muito discurso, muita propaganda, muitos aloprados sob efeito de alucinógenos, à mercê dos subordinados, aparelhamento da mídia, sem conteúdo, sem políticas públicas definidas, ações que brotam dos interesses pessoais, políticos e econômicos.
Ah, mas tem uma diferença, a volta do tempo dos coronéis. Tem um que manda, que determina, que se deve obediência, mas e o prefeito? Obedece.
Dez anos perdidos, Ipatinga não é referência em mais nada. Na saúde, está sucateando o que um dia foi referência. Na educação, a cidade mais rica do Vale do Aço em nada difere das demais. No meio ambiente? Tudo é válido se rende votos, o parque Ipanema está um lixo, cheio de barracas mal cheirosas, ocupando a ciclovia e as calçadas. No desenvolvimento econômico? Só se for o de determinadas pessoas.
O que esperar dos dois anos restantes de um governo que não planeja, não pensa, que fica no discurso vazio, sem conteúdo e que reúne o que há de pior dos dois mandatos anteriores? É como um paciente num estado terminal, é esperar o dia certo para morrer ou por um milagre.
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